A história de Arselino Tatto tem início no ano de 1966, quando sua família troca a lavoura no Rio Grande do Sul e vai trabalhar na colheita de soja no Paraná.
Em 1972, na esperança de uma vida melhor, sua família vem para São Paulo. Na capital paulista começa a trabalhar como metalúrgico. De família católica, participa das ações das Comunidades Eclesiais de Base e projetos sociais na Zona Sul deaSão Paulo.
No final da década de 1970, Arselino, já envolvido com as Comunidades Eclesiais de Base, participa da criação do PT, um partido que se apresentava como a única alternativa para os trabalhadores e para o povo.
Em 1983, participa da formação da CUT. Nesse período assume a Presidência do Diretório do PT de Parelheiros e integra o Diretório Municipal de São Paulo.
Logo, os militantes do PT percebem em Arselino uma grande liderança e o lançam candidato e vereador.
Em 1988 é eleito vereador pela primeira vez, sendo um dos mais ativos na Câmara Municipal. Participa da elaboração da Lei Orgânica do Município de São Paulo. Em 1992, Arselino é reeleito com uma das mais expressivas votações pelo Partido dos Trabalhadores.
De 1991 a 1994 atua como líder da bancada petista na Câmara e demonstra sua capacidade de hábil negociador.
Em 1994 é candidato a deputado federal, sendo eleito primeiro suplente.
Em 1996 é reeleito pela terceira vez vereador, sendo o mais votado do PT.
Em 2000 é o segundo vereador mais votado do PT e o quarto mais votado na cidade com mais de 45 mil votos.
Durante os anos de vereança, Arselino Tatto propõe e aprova leis importantes para a população, atuando de maneira direta e decisiva nos problemas da cidade. Desenvolve ações concretas nos bairros e se estabelece como referência dentro do PT.
Em 2003, Arselino Tatto assume a Presidência da Câmara Municipal de São Paulo com propostas de mudanças radicais na maior casa de leis municipais da América Latina.
Toma para si o compromisso da reforma administrativa, cortando gastos e enxugando a máquina pública. O desafio é grande. As resistências, maiores.
Durante sua gestão na presidência do legislativo paulistano, Arselino aprova a Reforma Administrativa. A Prefeita Marta Suplicy, num ato de reconhecimento pela importante conquista, homenageia Arselino dando-lhe o poder de sancionar a lei da Reforma Administrativa.
Arselino desencadeia várias ações que mudam a imagem e a atuação da Câmara Municipal. Dá maior transparência aos trabalhos e moraliza o legislativo; se empenha em aprovar o maior número possível de leis nas sessões plenárias.
Arselino Tatto chega ao final de seu primeiro ano de mandato frente à Presidência entregando uma nova Câmara Municipal à São Paulo: moderna, enxuta, dinâmica, transparente e mais eficiente.
Arselino Tatto é reeleito presidente da Câmara em 2004, quando também é eleito para um novo mandato de vereador da Capital, sendo o mais votado entre os candidatos do PT e o segundo entre todos os que disputaram as eleições, com mais de 73 mil votos.
Nos quase 20 anos em que atuou como vereador em São Paulo, Tatto conseguiu inúmeros benefícios para os bairros mais pobres da periferia da cidade, conseguiu asfalto, iluminação, casas populares, escolas e muitas outras conquistas. Também aprovou leis importantes que beneficiam os cidadãos paulistanos.
Algumas dessas leis servem até hoje como parâmetro para outras Casas Legislativas no país.
Sua liderança na população e no PT acaba de ser reconhecida mais uma vez. Foi indicado novamente para liderar a bancada do Partido dos Trabalhadores na Câmara Municipal de São Paulo em um ano especialmente difícil.
O PT vai disputar as eleições de outubro próximo com o objetivo de recuperar para a cidade as conquistas obtidas pela população nos quatro anos do governo petista de Marta Suplicy e ampliar a bancada partidária no legislativo municipal.
A liderança de Arselino Tatto será fundamental neste momento para São Paulo e para o PT.
Sua atuação nas sessões do legislativo municipal será muito importante nos debates dos projetos de interesse da população paulistana e vai se combinar com seu trabalho no PT, na campanha pela retomada da prefeitura e pela construção de uma base de sustentação cada vez mais forte e combativa no legislativo municipal.
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