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O dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, pode ser reconhecido como feriado municipal em São Paulo

08/03/2019

Vereador Arselino Tatto apresentou Projeto de Lei que oficializa a data

 

 

Nos últimos 12 meses, 1,6 milhão de mulheres foram espancadas ou sofreram tentativa de estrangulamento no Brasil, enquanto 22 milhões (37,1%) de brasileiras passaram por algum tipo de assédio. Os dados alarmantes são de um levantamento feito pelo Datafolha em fevereiro de 2019. Já o Conselho Nacional de Justiça divulgou que nos últimos dois anos houve um aumento de 34% de casos de feminicídios, de 2016 para 2018 os crimes passaram de 3.339 casos para 4.461.

 

As estatísticas revelam porque o dia 8 de março vai muito além da celebração das conquistas sociais, políticas e econômicas das Mulheres para consolidar-se como uma data de luta por direitos, qualidade de vida e de trabalho e acima de tudo: respeito! Mas por que este dia não é considerado feriado? Esta pergunta motivou a apresentação do Projeto de Lei 129/2019, de autoria do vereador Arselino Tatto.

 

“Decretar feriado em uma data tão importante como esta, internacionalmente reconhecida, é garantir que a Mulher tenha um dia, amparado por lei, para se manifestar e apoiar as lutas por seus direitos, impedindo assim retrocessos em relação às políticas paras as Mulheres”, declarou o vereador Tatto.  

 

Além de relembrar a morte das 129 operárias que foram carbonizadas em um incêndio intencional ocorrido em 1957, em Nova York, o 8 de março amplia ações contra discriminações diversas que atingem a Mulher e fortalece o  empoderamento feminino.

A cidade de São Paulo é palco de incontáveis lutas femininas. A trajetória da nossa cidade está diretamente ligada ao papel da mulher paulistana que deixou de alguma forma suas marcas ao longo do tempo e que até hoje nos enche de orgulho. Anita Malfatti, Anália Franco, Dona Yaiá, Lina Bo Bardi e Irmã Agostinnha, são exemplos do feminismo e da luta popular.

 

Mesmo com os inúmeros progressos alcançados nos últimos anos (como a Lei do Feminicídio, sancionada pela Presidenta Dilma Rouseff em 2015), as Mulheres ainda são vítimas de violências de todos os tipos, sejam elas: morais, físicas ou sexuais. Essa realidade precisa mudar, a apresentação deste projeto 

 

 

 

 

 

 

 

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