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Pessoas com fibromialgia poderão ter atendimento prioritário e diferenciado


Projeto do Vereador Arselino Tatto institui cartão de identificação para pacientes com a doença



05/05/2023





A fibromialgia é caracterizada por uma dor crônica muscular generalizada em várias partes do corpo, um tipo de reumatismo, está associada a outros sintomas como fadiga, alterações do sono, distúrbios intestinais, depressão e ansiedade. A dor é tão intensa e impactante que causa grande sofrimento ao paciente, dificultando sua rotina e a realização de diversas tarefas.


Atualmente, a doença é tratada conforme o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) sobre dor crônica, mas já existe uma luta para que a fibromialgia possa ser considerada uma deficiência, assim, as pessoas com o diagnóstico teriam direitos e garantias legais. A iniciativa é de autoria do Deputado José Guimarães, do PT/CE, e obriga que o Sistema Único de Saúde (SUS) forneça gratuitamente os medicamentos para tratamento da doença.


Enquanto a proposta tramita em Brasília, na cidade de São Paulo também estamos trabalhando para ajudar as pessoas com a doença. Considerando a gravidade e o impacto que causa na vida dos pacientes, apresentamos na Câmara Municipal o Projeto de Lei 222/23 para que aqueles que receberem o diagnóstico de fibromialgia sejam identificados por meio de um cartão que contenha informações importantes como: dados pessoais, alergias a medicamentos, tipo sanguíneo, grau de intensidade do transtorno, medicamento e tratamento realizado.


Essa é uma doença sem cura, que atinge a parte física e, portanto, afeta o bem-estar geral, o que impõe uma série de restrições na rotina, essas pessoas merecem um tratamento diferenciado e prioritário via SUS, nossa proposta vem para ajudar neste sentido”, destacou o vereador Arselino Tatto.






A identificação servirá como orientação em casos de emergência e em situações na qual o paciente seja incapaz de traduzir a dor ou informar sobre o tratamento em andamento, o cartão facilitará o atendimento e a conduta médica para cada caso ao fornecer informações precisas.


O projeto 222/23 foi protocolado na Câmara Municipal no mês de maio e deverá passar por duas votações para que tenha possibilidade de ser sancionado.




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